Hora da mensagem iluminada da Iris
Atenção... por favor, atenção!...obrigada!
Ora, bem... dirão que 2016 foi desgraçado e que não acaba suficientemente depressa. Apresento-vos uma visão diferente de 2016: Um ano que veio desmistificar, esclarecer, ensinar, com a ferocidade de um deus grego....
Cada dúvida que eu tinha sobre mim, cada incerteza e algumas fraquezas, foram desfeitas, anuladas, arrancadas a sangue frio, enquanto eu ainda me agarrava a elas e às raízes que tinham, à volta do meu coração, do meu cérebro.
Aprender a viver sem elas foi como deixar um vício com gerações de antiguidade. Doeu.
Amuei. Bati o pé. Zanguei-me. Chorei (understatement alert). Questionei. Revoltei-me...!
Pelo caminho, fui ostentando uma capacidade falsa de gratidão, ao incitar os outros a fazer o que eu digo, em detrimento do que eu faço... e, há horas, caiu a ficha: ouvi-me falar de gratidão... e a seguir, amaldiçoei o ano.
Ya! Nada hipócrita.
Então... como estar grata? Bom, estou viva, tenho saúde, tecto, comida.
Embora tenha perdido (entre outros) a minha Mãe (com EXACTAMENTE a mesma idade que ela tinha quando eu nasci), tenho filhos, pai, tios, primos, irmã... o meu sangue corre nos meus semelhantes. Há que estar grata.
Descobri que ninguém nos "faz" Felizes : ou somos, ou nao. E Somos! A felicidade é um estado simples, essencial para o instinto de sobrevivência humana, não anulável.
Descobri que sou motivo de orgulho, alvo de respeito e Amor, tudo em quantidades maiores do que imaginava.
Compreendi a riqueza imesurável de Dar, de agir, de fazer.
Compreendi a importância fulcral de saber estar presente, da paciência, do Perdão, do Tempo, do momento. E compreendo que TUDO ISTO é uma aprendizagem em curso.
Aprendi outra coisa... aprendi que sou maior, melhor, não só do que pensava, mas do que muita gente. Lamento por eles, apenas na medida relevante e sem mais dispêndio de energia.
Reconheço que, se a empatia, a compaixão, o Amor, são medidas empíricas de conceitos abstractos, existem na medida em que eu quiser: Não preciso de reciprocidade: eu sou/faço a minha própria reciprocidade.
Obrigada 2016!
Por todas as lições e oportunidades, crescimento. Obrigada pela minha familia, biológica e adquirida. Obrigada pelo sucesso dos que me rodeiam e por ter feito parte da recuperação deles.
Obrigada, 2016
Não te esquecerei!
Ora, bem... dirão que 2016 foi desgraçado e que não acaba suficientemente depressa. Apresento-vos uma visão diferente de 2016: Um ano que veio desmistificar, esclarecer, ensinar, com a ferocidade de um deus grego....
Cada dúvida que eu tinha sobre mim, cada incerteza e algumas fraquezas, foram desfeitas, anuladas, arrancadas a sangue frio, enquanto eu ainda me agarrava a elas e às raízes que tinham, à volta do meu coração, do meu cérebro.
Aprender a viver sem elas foi como deixar um vício com gerações de antiguidade. Doeu.
Amuei. Bati o pé. Zanguei-me. Chorei (understatement alert). Questionei. Revoltei-me...!
Pelo caminho, fui ostentando uma capacidade falsa de gratidão, ao incitar os outros a fazer o que eu digo, em detrimento do que eu faço... e, há horas, caiu a ficha: ouvi-me falar de gratidão... e a seguir, amaldiçoei o ano.
Ya! Nada hipócrita.
Então... como estar grata? Bom, estou viva, tenho saúde, tecto, comida.
Embora tenha perdido (entre outros) a minha Mãe (com EXACTAMENTE a mesma idade que ela tinha quando eu nasci), tenho filhos, pai, tios, primos, irmã... o meu sangue corre nos meus semelhantes. Há que estar grata.
Descobri que ninguém nos "faz" Felizes : ou somos, ou nao. E Somos! A felicidade é um estado simples, essencial para o instinto de sobrevivência humana, não anulável.
Descobri que sou motivo de orgulho, alvo de respeito e Amor, tudo em quantidades maiores do que imaginava.
Compreendi a riqueza imesurável de Dar, de agir, de fazer.
Compreendi a importância fulcral de saber estar presente, da paciência, do Perdão, do Tempo, do momento. E compreendo que TUDO ISTO é uma aprendizagem em curso.
Aprendi outra coisa... aprendi que sou maior, melhor, não só do que pensava, mas do que muita gente. Lamento por eles, apenas na medida relevante e sem mais dispêndio de energia.
Reconheço que, se a empatia, a compaixão, o Amor, são medidas empíricas de conceitos abstractos, existem na medida em que eu quiser: Não preciso de reciprocidade: eu sou/faço a minha própria reciprocidade.
Obrigada 2016!
Por todas as lições e oportunidades, crescimento. Obrigada pela minha familia, biológica e adquirida. Obrigada pelo sucesso dos que me rodeiam e por ter feito parte da recuperação deles.
Obrigada, 2016
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